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31.1.04

Num destes dias...

... entrei numa loja de mobílias para comprar um conjunto de sofás. A certa altura, enquanto deambulava pelo interior do estabelecimento, ouço o dono da loja ao telefone a dizer para o seu interlocutor: "Olha que eu sou santo, mas não sou santinho !..." Repetiu isto várias vezes.

Ele lá sabe porquê...


Más línguas?

Dizem que D. Pedro V escreveu vinte e tal calhamaços sobre coisas militares com o título em latim e que de todos esses livros não se apura uma página.


Coitada...

da rainha D. Estefânia, tão jovem que ela morreu. Tinha 24 anos se não estou em erro. Durante o velório as grinaldas acumulavam-se junto do ataúde. A certa altura o médico que fizera a autópsia comentou para o amigo do lado: "Deviam-lhe trazer era grinaldas com flores de laranjeira..."

Significava isto que a desventurada morrera virgem !... D. Pedro V, apesar de amar a esposa e de ser muito afectuoso para com ela, nunca conseguiu consumar o acto conjugal - dizem.


A puta

Certa vez D. João VI deslocava-se de carruagem de Sintra para Lisboa. A meio do caminho avistou ao longe a carruagem da mulher - a rainha D. Carlota Joaquina que fazia o trajecto inverso.

- Lá vem a puta ! - exclamou.

E deu imediatamente ordens ao cocheiro para dar meia volta só para não se cruzar com a esposa. Era voz corrente entre o povo que ela punha os cornos ao rei.

Uma ocasião em que visitava o Palácio da Ajuda eis que se me depara um quarto com uma cama de dossel magnificente. Ao fundo estava um óleo representando uma mulher que de bela não tinha nada. Era a esposa do real cornudo.

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