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1.4.04

Aguarela 

hoje não sei. perco-me nos meus meandros, nas minhas linhas curvas, intersecções agnósticas, sem fim. hoje estou sem fronteiras, sem limites, sem princípios nem fins. estou como estou sempre: sozinha. peguei numa tela, em dois tubos de acrílico, em dois pincéis. subo a rua. à tua procura, no teu castelo. deixo o meu reduto e parto em busca do teu. estou cansada de viver à espera. ajo. deixo-me de inércias e decido assumir um papel activo na minha vida. se é para morrer, que seja em guerra. se é para lutar, que seja com armas sólidas. se é para amar, que seja contigo.

In Outro lado da Lua


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